sexta-feira, 23 de maio de 2014

3 Erros de Design que estão a atrasar as suas vendas

Neste artigo iremos beliscá-lo para erros que poderá estar a cometer com o site da sua empresa. Estará o seu atual site a retardar a geração de receitas?


Demasiadas Fotos, Texto Insuficiente

Quando confia unicamente nas fotos do produto para contar uma história, está a atingir apenas uma pequena percentagem da sua audiência. 

Acredite ou não, a verdade é que a maioria das pessoas confia mais no texto do produto do que nas imagens para tomar a sua decisão final. Assim, muitas das imagens do seu website poderão ser completamente ignoradas.

Considere os detalhes de cada produto como o texto mais importante que irá escrever na sua página. É aqui que lhe é dada a oportunidade de ceder toda a informação sobre os itens, dando aos compradores o conhecimento que precisam para tomar decisões esclarecidas. Isto torna-se especialmente importante quando vende produtos semelhantes. 

O exemplo abaixo mostra-lhe isto mesmo:



À primeira vista, todos os produtos parecem iguais e o próprio texto que acompanha a imagem não ajuda muito. Um potencial cliente precisará saber, logo à primeira vista, do que se trata o produto para, em seguida, perceber que as descrições diferenciam entre si.


Demasiadas opções

É neste ponto que a Amazon vem provavelmente à cabeça. Afinal, mesmo esta empresa de renome internacional apresenta na sua página principal… TUDO! – de utensílios de cozinha a livros de romance, de calças de yoga a brocas. 

Se toda a regra precisa de uma exceção, esta é a empresa exemplo.
Contudo, embora seja exceção à regra, a verdade é que na maioria dos casos, demasiadas opções só contribuem para paralisar potenciais compradores.

Se os produtos apresentados na página corresponderem ainda a uma categoria mais abrangente, apesar das diferenças entre si, o cenário torna-se ainda pior. 

Por exemplo, repare na página das jeans Hot Topic (imagem abaixo). 




Skinny jeans, calções de ganga, e mesmo saias surgem como resultado de uma só pesquisa.

Depois repare como o site Torrid resolveu o problema. 



O filtro por modelo, o design de qualidade, as imagens do produto no topo da página, todos estes elementos facilitam as ações do comprador, diminuindo o seu tempo de procura. 

Em vez de ter de fazer um infinito scroll na página, esbarrando com dezenas de itens que não correspondem ao que procura, o visitante pode encontrar diretamente o produto que adora.


Demasiados Websites

Esta é uma situação estranha que surge quando uma empresa já estável decide começar uma divisão de e-commerce.

Vejamos a empresa Thermos. É com alguma facilidade que uma simples pesquisa rápida por canecas apresenta resultados para garrafas térmicas e direciona os compradores para o site Thermos.com, como pode ver no exemplo abaixo.



O site Thermos parece-se e funciona tal como um site de e-commerce, com imagens, menus, e descrição de produto. Mas heis senão quando um pequeno link no canto diz ‘Comprar’. E ao clicar irá aparecer um site completamente novo.




O site ShopTermos.com é, na verdade, o site para encomendar produtos online. Isto significa que se encontrar o que procura no site Thermos.com e tentar comprá-lo clicando em ’Comprar’, terá de pesquisar novamente o produto desejado no segundo website. 

Resultado? Muito provavelmente os compradores não irão permanecer por muito tempo no seu site.

Loyty Smarketing!

segunda-feira, 19 de maio de 2014

5 Formas de vender email marketing a um cético!

No que toca a novas táticas de marketing, sejamos honestos, o email marketing não é a primeira coisa a vir à cabeça. As redes sociais e os blogs, esses sim, estão sob a luz da ribalta.
Então, as perguntas começam a surgir – será o email um meio de comunicação ainda relevante? 



Neste artigo vamos olhar para 5 formas de vender email marketing a um cético. Vamos começar!


1) Fale sobre o alcance massivo dos emails
Da próxima vez que se encontrar com o gestor de redes sociais da sua empresa e discutir sobre as táticas de marketing mais efetivas, refira este facto: existem 3.6 mil milhões de contas de email ativas. Assim, no que toca a grandes contas, o email não dá margem ao Facebook e ao Twitter.


A ubiquidade no uso dos emails não deve ser negligenciada. O facto de existirem tantas pessoas a usar diariamente o email deve ser fator suficiente para dar credibilidade instantânea aos olhos de um marketer. Adicionalmente, com a rápida adoção do smartphone, muitas pessoas acedem às suas contas de email, onde quer que estejam: (casa, mercearia, ou até no jogo de futebol das crianças). Assim, a primeira forma de vender email marketing a um cético é mostrar o número massivo de pessoas que usa diariamente o email.   

2) Explique o retorno de investimento gerado pelo email marketing
Outro fator muito importante na avaliação do mérito de um meio de marketing está na sua capacidade de gerar retorno de investimento. Hoje, mesmo com todos os outros canais de marketing disponíveis, o email marketing continua a ter as mais elevadas métricas de retorno de investimento, quando comparado com outras táticas de marketing.


Um estudo mostra que a cada 1 dólar investido em email marketing 44.25 dólares são gerados de retorno de investimento. Este status é impressionante e não pode ser ignorado, até mesmo pelos mais ferrenhos céticos de email marketing.

3) Fale sobre entrega e visibilidade
O cenário de marketing tem mudado e as organizações estão a gastar mais tempo, esforço e recursos financeiros na construção de conteúdos educacionais para os seus clientes e prospects. Coisas como: vídeos, infográficos, e-books e histórias de sucesso de clientes. Estes conteúdos educacionais precisam de ser entregues a prospects e a forma mais efetiva e económica de o fazer é através de email marketing.


Certamente que existem outras formas de tornar os seus conteúdos acessíveis à audiência. Exemplo disso será publicar estes conteúdos no perfil da sua rede social e dar visibilidade aos seus conteúdos em motores de busca e blogs. Contudo, só o email marketing consegue entregar os seus conteúdos diretamente na caixa de entrada dos seus prospects. Este fator assegura a visibilidade que outras táticas de marketing não conseguem. Adicionalmente, o email assegura um maior tempo de vida aos seus conteúdos, uma vez que a sua mensagem irá permanecer na caixa de entrada, a menos que o utilizador adote um comportamento pró-ativo e a apague.

4) Venda a ideia de Escalabilidade
Como todo o marketer experiente sabe, construir relações online é o foco de um marketing de sucesso. Através de um software que lhe permita desenvolver campanhas de marketing automatizadas, poderá monitorizar o tráfego dos seus emails de forma a entregar comunicação personalizada, relevante e oportuna para milhares de pessoas ao mesmo tempo.


Nenhum outro canal de marketing permite fazer este tipo de marketing personalizado a uma escala como a do email. Este processo ajuda a aprofundar as relações ao longo do tempo e facilitar a decisão de compra.

5) Fale-lhes sobre mensurabilidade
A principal razão que torna o email marketing altamente relevante, mesmo no tempo presente, prende-se com o facto de ser um meio mensurável. Com o email não existe nenhuma ambiguidade em relação à performance das suas campanhas.


Tem informação precisa sobre: aberturas, cliques e outras métricas importantes à avaliação do sucesso das suas campanhas. Estas métricas de relatórios granulares estão no centro de onde o marketing digital está a dirigir. Um lugar onde todos os canais de marketing e campanhas são avaliados com base no seu desempenho.

O ponto de partida
O email marketing não está morto, está apenas a mudar. Através do uso de uma plataforma de marketing automatizada, conjugada com conteúdos altamente relevantes, oportunos e educacionais, poderá usar o email de forma efetiva para fazer crescer o seu negócio.


É ainda uma excelente forma de construir relações de forma económica, educar prospects, e gerar leads. Assim, da próxima vez que conversar com um cético de email marketing, use os pontos acima referidos em defesa deste canal!

quinta-feira, 15 de maio de 2014

5 Dicas para otimizar os títulos do seu blog

Se é certo que um blog pode ser a chave para aumentar a visibilidade da sua marca, saiba que os títulos dos seus artigos são decisivos na hora de convencer o Google a ser o seu melhor amigo. 




Por outras palavras, ter mais prospects a segui-lo também depende de escrever títulos apelativos, capazes de prender a atenção e marketingmemente bem escritos. 

Neste artigo deixamos-lhe 5 dicas para aprender a escrever bons títulos e a fazer alguns ajustes no template do seu blog para que o número de visitas o surpreenda (e muito!)

Existe um sem número de técnicas de escrita de blogs pensadas para conseguir alavancar o número de visitas vindas do Google e de outros motores de pesquisa.

Entre elas, uma das mais importantes prende-se com a otimização dos títulos. Este são vistos pelo Google como elementos muito importantes para decidir o lugar que o seu link irá ocupar nos resultados da busca. Títulos bem conseguidos podem dar-lhe um melhor posicionamento e, consequentemente, uma maior taxa de cliques.

Passemos, então, às dicas prometidas para conseguir tornar os seus títulos (ainda) melhores!


1)   Os títulos devem ser o espelho do texto

Este é o primeiro passo para escolher um bom título para o seu artigo. Ele deve ser um guia orientador para o leitor, a bússola que lhe indica para onde se está a dirigir.




Se no título se compromete a escrever um artigo sobre uma ‘Receita simples para aumentar vendas’ e publicar algo que apenas um expert em marketing conseguirá decifrar, terá como resultado um leitor enganado e, muito provavelmente, desinteressado em segui-lo. Pior ainda! O Google saberá disso! Provavelmente, o leitor que leu o seu artigo voltará ao Google e escolherá outro dos resultados apresentados na sua busca: - 1 ponto para si + 1 ponto para outro.
Uma forma de não cair nesta armadilha é escolher o título definitivo apenas no fim de escrever o artigo. Assim, irá evitar escrever um título que fuja ao tema do texto.


2)   Utilize títulos que façam o leitor gritar: ‘Quero ler isto!’

Para aumentar a probabilidade do leitor abrir o seu link quando este aparecer nos resultados do Google, crie um título que chame a atenção.
Retomando o exemplo anterior, o título ‘Receita simples para aumentar vendas’ poderia parecer ao leitor mais uma receita para aumentar vendas, sem um motivo específico que lhe despertasse o apelo de querer clicar.




Por outro lado, também não deve cair no erro sensacionalista e escrever ‘A receita para aumentar vendas mais simples de todo o universo’. Pode soar a algo pretensioso demais e ter o efeito exatamente contrário.
O segredo está em conseguir o equilíbrio entre criar um título chamativo mas sem ser irrisório.


3)   As palavras-chave que deseja otimizar devem aparecer no título

O conceito de ‘palavra-chave’ é simples: quando escreve um texto existem palavras que devem ser destacadas. No exemplo anterior, ‘receita’, ‘aumentar’ e ’vendas’ são palavras importantes, pois têm maior probabilidade de serem procuradas no Google quando alguém quiser aprender mais sobre como aumentar vendas facilmente.








Se utilizássemos o título ‘Receita simples’, por exemplo, o leitor precisaria de entrar no link para perceber que se trata de um artigo sobre aumento de vendas. Justamente por este motivo, o Google não iria atribuir um bom lugar no ranking a este artigo.

4)   Títulos muito curtos ou muito longos? Eis a questão!

Bons resultados não combinam com títulos muito curtos ou muito longos. Um título muito curto – ‘Receita para aumentar vendas’ – normalmente não atrai a atenção.
Já um título muito longo – ‘Receita simples e rápida sobre como qualquer gestor pode aumentar as vendas da sua empresa’ – nem seria exibido por completo nos resultados do Google.






Um bom título deverá ter em média 63 caracteres.
Mais uma vez, conseguir o equilíbrio será fundamental a um bom resultado.

5)   Saiba quais são as melhores palavras para utilizar no título

Há ferramentas online disponibilizadas pelo Google que permitem saber quais as palavras mais pesquisadas, referentes a determinado assunto. Sabendo-as, a probabilidade do leitor chegar ao seu artigo será maior. Esta pesquisa pode, então, ajudar a definir um bom título para o artigo, e especialmente para saber quais são as palavras mais procuradas.

GoogleAdWords Keywords Tool – Permite saber qual o volume de pesquisa de uma palavra e o valor médio pago por anúncio contendo essa palavra-chave.




- GoogleTrends – Mostra a evolução na quantidade de buscas de uma determinada palavra ao longo do tempo.




Conclusão



Pode parecer um item pequeno mas o título do seu artigo pode ser determinante para conseguir mais leitores. Assim, vale a pena investir mais tempo na pesquisa de um bom título, definindo as melhores palavras-chave a utilizar para cada novo artigo. 

quarta-feira, 14 de maio de 2014

4 Formas de usar o Snapchat... e aumentar vendas!

snapchat não será o próximo grito social para empresas. 

Mas tal não significa que as potencialidades desta aplicação social para telemóveis devam ser ignoradas – especialmente se for marketer; neste caso vale a pena tentar algumas ideias ‘fora da caixa’.
Se está a pensar explorar o snapchat para marketing, este artigo deve dar-lhe um resumo de tudo o que vai precisar saber.





O que é o snapchat?

É uma aplicação social para telemóveis de mensagens/foto que permite tirar fotos ou vídeos, conhecidos por ‘snaps’. Estes ‘snaps’ podem ser enviados para utilizadores da aplicação aos quais esteja ligado, por um período máximo de 10 segundos – o que significa que o utilizador apenas pode ver o seu snap durante 10 segundos ou menos. Depois disso, o snap é apagado para sempre.
Se procura alguma informação quantitativa sobre a aplicação, estes dados estatísticos deverão ajudá-lo:

·         O Snapchat tem cerca de 26 milhões de utilizadores nos EUA
·         70% dos utilizadores do Snapchat são mulheres
·         77% dos estudantes universitários usam diariamente o snapchat
·         58% dos estudantes universitários estariam dispostos a comprar um produto ou serviço se lhes fosse enviado um cupão por Snapchat


Alguém usa o Snapchat para fins de Marketing?

Com certeza que não se trata da aplicação social mais popular acabada de chegar aos radares dos marketers. Mas existirá sempre alguém desejoso de experimentar estas novas aplicações e atividades sociais – e muitas vezes os marketers que experimentam as novidades e chegam a algum lado mais cedo do que os outros são os que veem melhores resultados.

Assim, com alguma criatividade, poderá passar a contar com o Snapchat como ferramenta incrivelmente benéfica. 16 Handles é o exemplo perfeito disto mesmo.




A empresa inglesa de froyos (iogurtes gelados) foi responsável pela realização da campanha ‘Ano Novo Snappy’ que consistia em pedir aos clientes que enviassem uma foto a experimentar o froyo para a conta Snapchat oficial da marca. 



Como contrapartida, a 16 Handles enviar-lhes-ia um Snap de resposta com um cupão personalizado, a ser futuramente descontado numa das lojas.

Mas aqui fica a parte criativa da história: uma vez que os snaps duravam apenas 10 segundos, os utilizadores teriam de ficar na expectativa de saber o valor do seu cupão até que voltassem a consumir um novo froyo. 
Todos os cupões contavam com um desconto que ia dos 10% aos 100%. 
Assim, o cliente sabia que ia receber um desconto, mas tinha de esperar até abrir o snapchat para descobrir qual a percentagem de desconto na sua compra.

Enquanto a 16 Handles admite que pouco fez para acompanhar a eficácia desta campanha, na perspetiva de Marketing esta poderia ter servido para introduzir códigos personalizados em cada cupão enviado, ou mesmo para implementar um sistema de armazenamento de informação sobre como cada cupão usado nas lojas.


Ideias de Marketing no Snapchat

Dê uma oportunidade ao Snapchat. Só assim saberá se resulta ou não com o seu negócio.
Quando se trata de experimentar novas redes sociais como esta, é importante trabalhar as suas capacidades para projetar de forma rápida e com poucos recursos. Isto porque quando o investimento é mínimo, um possível fracasso não acarretará muitas consequências para a empresa; se a experiência mostrar, pelo contrário, que a rede social tem potencialidades, aí sim deve investir mais recursos para transformar a rede social em importante para o seu negócio.


1) Levante o véu sobre um novo produto

Está a lançar um novo produto ou serviço e sabe que os seus clientes vão adorá-lo? Diminua o tempo de espera dos seus clientes e mostre-lhes um bocadinho do que os espera numa imagem de 10 segundos. Esta ação poderá dar ao lançamento do produto uma projeção maior se houver tempo para formular comentários sobre o mesmo, ou mesmo criar conteúdos à volta do novo produto.


2) Envie um cupão personalizado

Tal como o exemplo da empresa 16 Handles, envie aos seus clientes um cupão personalizado que poderá ser redimido na ato de pagamento. Esta ação irá levar os clientes à loja ou ao site e fazê-los comprar, estando nos seus dedos a revelação do cupão desejado. Apenas não pregue partidas como enviar cupões vazios por opção – pode não ser muito simpático.


3) Envie imagens de bastidores

A trabalhar num novo vídeo? Dê aos seus clientes um pequeno preview do que os espera, ou sobre como estão a correr os trabalhos atrás das câmaras. Talvez possa também enviar uma série de vídeos de bastidores, deixando-os a questionar sobre o tema através de um hashtag no Twitter. Desta forma, estará a ligar os seus snaps a um hashtag e assim perceber o quanto os seus clientes acompanham verdadeiramente os conteúdos criados pela sua marca.


4) Ligue a presença num evento a informação sobre a marca

Se está patrocinar um evento, a participar num evento ou mesmo a apresentar um webinar, use o Snapchat para dar aos presentes informação que não conseguiriam de outra forma. Por exemplo, se está a patrocinar um evento, poderá usar o Snapchat para enviar informação em tempo real sobre o evento. Diga-lhes que a Happy Hour estará pronta 15 minutos mais cedo e que podem vir pedir-lhe uma bebida. Algo que os faça sentirem-se VIP.


 Loyty Smarketing!

segunda-feira, 14 de abril de 2014

Saiba como os PassBooks podem ajudar a aumentar a sua taxa de conversão

O Passbook é uma solução Apple para pagamentos por telemóvel, cartões de fidelização, bilhetes de avião e eventos.

Ao contrário da solução Google Wallet, o PassBook não usa Near Field Communications (transferências wireless de curto alcance), nem requer a existência de informação de pagamento já alojada no telemóvel para efetuar a transação.

Em vez disso, o Sistema de PassBook funciona muito mais como um cartão presente. O PassBook cria uma representação do código de barras do cartão, permitindo ao utilizador levá-lo consigo no telemóvel (sem precisar de um cartão físico).




ENTÃO, SE ESTA É A DESCRIÇÃO DE UM PASSBOOK, COMO PODE O PASSBOOK AJUDAR O MEU NEGÓCIO?

À medida que os dispositivos móveis continuam a explodir, com mais de 640 milhões de dispositivos Android e iOS em todo o mundo, encontrar formas de reter os utilizadores ativos destes dispositivos tornar-se-á cada vez mais importante. E o PassBook poderá ser uma parte-chave da estratégia.

Uma marca que já está a usar PassBooks é a Starbucks. Há já algum tempo que a empresa dispunha de soluções de pagamento móvel via iPhone, mas o sistema usado era personalizado e tinha uma falha no que toca a assistência oficial. Com o PassBook, a Starbucks passou a conseguir implementar um sistema de pagamento mais poderoso e que vai ajudar a reter mais clientes finais.


O STARBUCKS E OS PASSBOOKS

O Starbucks joga com a vantagem de ter uma app que pode facilmente incluir ofertas PassBook. Embora o PassBook seja um produto Apple, dada a forma como o set up foi feito, os PassBooks pode também ser usados em dispositivos Android e Windows Phone, depois de instalar um leitor do Pass (que só vem com o iPhone).




FICAM AQUI ALGUMAS FORMAS DE APIMENTAR A SUA APP COM ACESSÓRIOS PASSBOOK:

Cupões baseados na localização do cliente / Ofertas: Quando um utilizador visita a sua loja um determinado número de vezes ou em determinadas localizações, não deixe de presenteá-lo através de um cupão especial ou alojando facilmente essa oferta no PassBook do utilizador, para ser usada mais tarde.

Cupões baseados na Ação / Ofertas: Quando um utilizador faz um Tweet, põe um ‘Gosto’ no Facebook, ou, por outro lado, partilha conteúdos da sua app, Com o PassBook a sua empresa consegue lançar ofertas especiais ou cupões para essa pessoa.

App só para eventos: Gerar tickets para apps só de eventos. Isto irá encorajar os utilizadores a fazer o download e a ficarem fiéis à app da sua empresa.

Cartões de Fidelização: Se já tiver um programa de cartão cliente, dê aos utilizadores a possibilidade de terem o cartão no PassBook.
Cartões Presente: Os PassBooks permitem ainda atualizar informação e garantir o alojamento de um valor de forma que o seu utilizador saiba quanto tem gasto. Não se põe mais em questão saber quanto podemos ainda gastar dos prémios acumulados no cartão de plástico.


MAS E SE NÃO TIVER UMA APP? POSSO CONTINUAR A USAR OS PASSBOOKS COM OS MEUS CLIENTES?

Sim. E essa é a melhor parte da implementação Apple dos PassBooks. É tudo web-based, e daí conseguir enviar PassBooks do seu website. Se não tiver uma app, ficam aqui algumas formas de conseguir disponibilizar um PassBook para os seus clientes:

QR Codes na Sinalização: Hoje em dia, vemos QR Codes por todo o lado, mas nem sempre são bem feitos. Um QR Code que redirecione para uma página que vai gerar um PassBook é uma ótima forma de dar ao cliente algo que realmente lhe importa enquanto interage com o seu QR Code.

Mensagens SMS: Desde que possa usar qualquer ligação server-based para gerar um PassBook, pode enviar uma mensagem SMS aos clientes com um link que lhes vai permitir usufruir das ofertas da sua empresa, cupões e passes para eventos.

Social Media Outlets: Premeie os seus seguidores e amigos com um link que os encaminhe para uma oferta PassBook.

Loyty Smarketing!

terça-feira, 8 de abril de 2014

10 Lições Apple que vão ser úteis ao seu negócio

Carmine Gallo é autora do livro The Apple Experience: Secrets to Building Insanely Great Customer Loyalty. De facto, a Apple Store é a loja mais rentável dos Estados Unidos, gerando uma média de $5.600 por metro quadrado e atraindo mais de 20.000 visitantes por semana.
Na década em que Steve Jobs e Ron Johnson decidiram reinventar a experiência retalhista, a Apple Store não só reinventou o retalho, como explodiu o modelo e começou do zero. Na sua pesquisa para o livro The Apple Experience, Carmine descobriu dez coisas que a Apple Store pode ensinar a qualquer negócio em qualquer indústria que queira ser bem-sucedida:



1. Pare de vender coisas. Quando Steve Jobs deciciu abrir Apple Stores, certamente não terá colocado a questão ‘Como vamos crescer o nosso índice de mercado de 5% para 10%?’ 
Em vez disso, perguntou ‘Como vamos ser um valor acrescido para a vida das pessoas?’ 
Pense na visão da sua empresa. Se examinar o modelo de negócio da maioria das marcas e retalhistas e desenvolver uma visão à sua volta, essa visão será ‘vender mais coisas’. Mas uma visão baseada em vender coisas não é inspiradora e tende a conduzir a uma experiência bastante diferente da que a Apple Store criou.

2. Enriquecer vidas. A Apple Store tem uma visão: ‘enriquecer vidas’. São estas as duas primeiras palavras presentes nos cartões que os colaboradores Apple transportam consigo. Quando se enriquece vidas, coisas mágicas acontecem. 
Por exemplo, a visão da empresa de 'enriquecer vidas' convenceu a Apple a ter um piso de vendas não-comissionáveis onde os colaboradores estariam à vontade para gastar tanto tempo com o cliente quanto este desejasse. Foi também esta visão que levou a Apple a construir áreas de diversão (a 'sala da família’), que permite às crianças ver, tocar e jogar nos computadores. ‘Enriquecer vidas’ foi também o mote da criação de um ‘Genius Bar’ onde experts treinados estão focados em ‘reconstruir relações’ e resolver problemas.

3. Contratar Colaboradores para ter Sorrisos de Clientes. A alma da Apple Store está nos seus colaboradores. Estes são contratados, treinados, motivados e ensinados a criar momentos mágicos e memoráveis com os clientes. A Apple Store valoriza uma personalidade magnética tanto quanto valoriza, se não mais, a competência tecnológica, preocupando-se menos com o que o colaborador sabe e mais com o quanto ele gosta de pessoas. 

4. Celebrar a diversidade. Mohawks, tatuagens, piercings, todos estes adereços são aceitáveis entre os colaboradores Apple. Isto porque a empresa contrata pessoas que refletem a diversidade dos seus clientes. Uma vez que estão mais interessados em saber o quão apaixonado é o colaborador, o estilo de cabelo que usa não será uma questão relevante. 

No início da história da Apple Store, os responsáveis pela empresa aprenderam igualmente que professores conseguem ensinar os melhores comerciais porque perguntam muito. Não é incomum encontrar professores, engenheiros e artistas na Apple Store. A Apple não procura alguém que siga a regra.

5. Libertar o génio que há dentro de nós. Ensine aos seus clientes algo que nunca antes tinham imaginado que poderiam fazer, e estes irão premiá-lo com fidelidade. 

Por exemplo, a Apple Store oferece um programa único para ajudar as pessoas a perceber e a usufruir dos seus computadores: o One to One. O programa de adesão anual de $99 está disponível após compra de um Mac e dá aos clientes um programa onde instrutores Apple Store, conhecidos por “criativos”, oferecem instruções personalizadas no interior da loja. 
Os clientes conseguem assim aprender sobre qualquer coisa: noções básicas sobre o Sistema operacional do Mac; como desenhar um website; desfrutar, partilhar, e editar fotos e vídeos; criar uma apresentação; e muito mais. 

O programa ‘One to One’ foi criado para ajudar a conseguir clientes para a vida. Este programa foi pensado segundo a premissa de que quanto mais o cliente percebe o produto, mais desfruta dele, e mais propenso está a construir uma relação duradoura com a empresa. Todos os instrutores são, então, treinados para fornecer guias e instruções, mas também para inspirar clientes, dando-lhes as ferramentas necessárias para serem mais criativos do que alguma vez imaginaram.

6. Empowerment das equipas. Numa hora gasta em conversa com um especialista Apple sobre crianças, golfe e o meu negócio, apenas 10 minutos foram gastos a falar sobre o produto (um MacBook Air). Interroguei o funcionário sobre se seria chamado a atenção por gastar tanto tempo com um só cliente. ‘Não, de todo’, respondeu-me. ‘O que importa é que tenha uma experiência excelente.’ Como falado anteriormente, a Apple tem um piso não-comissionável por uma razão – os empregados não são pressionados a ‘fazer uma venda’.


7. Vender o benefício. Os especialistas Apple Store são ensinados a vender o benefício por trás do produto e a personalizar esses benefícios consoante o cliente. 

Por exemplo, ao caminhar, com as minhas primas pequeninas, até à mesa onde estavam dispostos os iPad, dirigi-me a um dos colaboradores e disse-lhe que estava a pensar comprar o meu primeiro iPad. Num movimento brilhante, o especialista focou-se nas meninas que me acompanhavam, os ‘segundos’ clientes capazes, contudo, de influenciar a minha compra. 

Ele deixou as meninas brincar em dispositivos diferentes. Num dos dispositivos passou um filme, no outro uma aplicação Princesas Disney para colorir. As meninas ficaram maravilhadas e, num momento memorável, a menina de 6 anos voltou-se para mim e disse ‘Adoro esta loja!’ É fácil perceber porquê. Em vez de pregar ‘velocidades e avanços", o especialista ensinou-nos como o dispositivo poderia melhorar as nossas vidas.


8. Seguir os passos do serviço. A Apple Store ensina os seus colaboradores a seguirem 5 passos em cada e em todas as interações. São chamados os 5 passos do serviço Apple. E são descritos pelas siglas da marca, A-P-P-L-E.


A: Approach with a customized, warm greeting.
P: Probe politely to understand the customer’s needs.
P: Present a solution the customer can take home today.
L: Listen for and address unresolved questions.
E: End with a fond farewell and an invitation to return.


9. Criar experiências multissensoriais. O nosso cérebro adora experiências multissensoriais. Por outras palavras, as pessoas adoram poder ver, tocar e mexer nos produtos. Entre numa Apple Store assim que ela abre e verá todos os ecrãs dos notebooks perfeitamente alinhados num ângulo um pouco maior que 90 graus. A posição do notebook deixa-o ver o ecrã (que está ligado e carregado com conteúdos) mas força o cliente a tocar no computador para que o consiga ajustar. Todos os dispositivos da loja estão a trabalhar e ligados à Internet. Os clientes poderão, assim, gastar tanto tempo quanto precisarem para experimentar o produto – ninguém o irá chamar a atenção. Os criativos que dão workshops One to One não tocam no computador antes de pedirem autorização. Eles querem que você o faça. O sentido de tato ajuda a criar uma ligação emocional com o produto.


10.  Apelar ao cérebro consumista. A confusão força o cérebro a consumir energia. Crie ambientes organizados. As Apple Stores são espaçosas, clean, bem-iluminadas e organizadas. Os cabos estão escondidos e não existem posters nas icónicas entradas de vidro. Os ecrãs de computador são limpos com regularidade. Mantenha o ambiente da sua empresa limpo, aberto e organizado.


Loyty Smarketing!