quarta-feira, 2 de abril de 2014

Novidades para levar o seu copy online um degrau acima

Se não quer melhorar a taxa de conversão do seu site através do copy, garanto-lhe que não vai querer ler este artigo!




Não tem a certeza da diferença entre a escrita web e a escrita impressa?
Não sabe como conseguir impato imediato nos leitores através do que escreve?

Para aprender como criar o copy mais temido pelos outros blogs, email marketing experts e meios sociais, Mark Brownlow, tutor do Curso Online de Copywriting do site Smart Insights dá-nos as suas dicas sobre:

·         As melhores formas de estruturar os posts do seu blog
·         Como testar a eficácia dos seus conteúdos
·         Quando escrever textos mais longos e quando deve curtar, curtar, curtar
·         O fator crucial que deve considerar quando escreve títulos

E muito mais…

Como bónus especial, no final da entrevista, poderá ainda encontrar as 10 dicas essenciais para curtar o tamanho dos seus Tweets sem curtar na qualidade. Divirta-se!

1. Qual a principal diferença entre a escrita web e a escrita impressa?
A principal diferença é a velocidade. Não existe margem para gastar demasiado tempo a pensar sobre como conseguir a atenção do público online.
Hoje as pessoas têm à disposição uma série de alternativas – outros emails, posts de blogs, entradas no facebook –, pelo que conseguir prender a sua atenção tão rápido quanto possível tem de ser regra!

2. Quais as implicações práticas do copywriting do mundo online?
As pessoas precisam de estruturar os seus textos para conseguir atenção imediata.
No online, importa que o processo de leitura seja o mais fácil possível, através de títulos atrativos, ressaltes e destaques capazes de surpreender, imagens, sub-títulos e negritos.
Permita que as pessoas percebam que não lhes vai pedir tanta energia quanto poderiam julgar, e que vão conseguir encontrar a informação de que precisam de forma rápida. A informação chave ou os benefícios que o produto oferece têm de vir no primeiro parágrafo, no início de um título e, no caso de um email, no campo destinado ao assunto.

Isto é crucial – se não o fizer, o seu público deixá-lo-á para a ‘opção ao lado’.

3. Como explica que tantas pessoas tenham falhado na sua tentativa de ajustamento a esta nova forma de escrita do mundo digital?
Penso que, em parte, se deve ao facto de haver uma geração mais velha que veio de um sistema educacional que dá muito ênfase à escrita impressa. De uma forma geral, as pessoas costumavam associar a escrita de qualidade a textos com longos parágrafos.
Para além disso, muitas pessoas fizeram simplesmente a transferência dos materiais usados no mundo offline, como os livros, e colocaram o seu conteúdo de forma literal em formato online, assumindo que tal fosse suficiente – e não é.
Por incrível que pareça, escrever textos curtos leva o seu tempo.
É mais fácil escrever textos longos, mais detalhados – ironicamente! Isto lembra-me uma célebre frase de Blaise Pascal – ‘Teria escrito uma carta curta, mas não tive tempo suficiente’.

4. Qual é o maior erro que as pessoas cometem na escrita online?
Não perceberem que não estão a escrever para si próprias mas para o seu público, e os interesses do público podem não ser necessariamente compatíveis com os da pessoa que escreve.  
As necessidades do copywriter precisam fluir pelo texto, mas no final, o que importa é o leitor.
Não devemos focar-nos em falar exclusivamente das funcionalidades que o nosso produto oferece, mas sim dos seus benefícios.

5. É proibido escrever textos longos para a web?
Em certas situações da vida, existem decisões que temos tomar que exigem muita informação. Antes de comprar suplementos nutricionais para os meus filhos, preciso de saber muito sobre o produto que estou a comprar – quero testemunhos e elementos de confiança. Tal como no exemplo anterior, também existem outros cenários onde pode ser preciso escrever artigos longos.
É muito difícil expressar de forma profunda um assunto posts de 200 palavras.
Muitos temas não requerem profundidade de pensamento, mas se for um negócio de prestação de serviços, ainda existe lugar para demonstrar conhecimento. Nem toda a gente irá ler o que escreve, mas talvez as pessoas que está a tentar alcançar o leiam.




6. Qual a importância de testar conteúdos antes de os implementar?
Existem dois lados da questão:
1) Se tiver de escolher entre dois textos, testo os dois com testes A/B, para depois escolher o vencedor. Posso testar se as pessoas clicam no botão de comprar ou quanto tempo gastam a navegar na página.
2) O outro lado da questão diz respeito a desenhar um teste que diga algo sobre o público que vê o site, informação que possa ser usada mais tarde, como por exemplo testes sobre como escrever o assunto de um email. A que palavras o público responde melhor?

É preciso gastar tempo a repetir testes para ver resultados – o público pode mudar, assim como os resultados podem.
O email é o elemento mais propício de ser testado, dado conseguir-se ter resultados rapidamente, resultados que também podem ser usados no copy do seu website.

7. Quando toda a gente está a usar as mesmas táticas para atrair audiências – como promessas  do género ‘ dicas que não pode perder’ – como conseguimos destacar-nos?
Temos de ter cuidado para não ficarmos colados à ideia de que tudo o que interessa é o número de cliques e retweets.
Temos de pensar de forma mais profunda. Se as pessoas estão a fazer retweet mas não estão a ler o artigo, ou se não são o seu target, os retweets não importam assim tanto. Pode usar muitos títulos como ‘7 formas diferentes’ ou ’10 razões para’ e com isso conseguir muito tráfego, mas há-que haver um equilíbrio entre o tráfego e o que realmente interessa.
O meu conselho é que devemos olhar para estas dicas, mas não devemos seguir exclusivamente esta rota. Não nos devemos focar unicamente nos retweets, mas pensar também no impacto geral dos últimos 10 posts do blog. Se tudo parecer estereotipado, existe o perigo de as pessoas começarem a pensar que o seu conteúdo é igual ao de tantos outros. Especialmente com adjetivos como ‘Fabuloso’ou ‘maravilhoso’ que podem comprometer a empresa.
A qualidade atual do que escreve irá determinar o seu sucesso a longo prazo.

8. Qual o impacto dos dispositivos móveis na escrita online?
As pessoas falam que existe uma atenção cada vez menor da parte do público ao que é escrito,  mas a verdade é que as pessoas também estão a usar os seus telemóveis nos tempos mortos.
Da perspetiva dos emails, importa fazer tudo o que está a fazer para a web, mas ainda mais. Existem necessidades de copywriting que se intensificam. Corte em todo o material que seja secundário ou desinteressante. Garanta que existe conteúdo crítico.
Existem muitos emails para ler – importa facilitar a sua leitura e torná-los suficientemente atrativos para garantir a fidelização dos seus seguidores. Ler não é assim tão confortável. Encurte os títulos e parágrafos dos seus emails.

9. Como pode o copy adaptar-se de forma mais eficaz aos tweets?
Convém não se esquecer de deixar espaço suficiente para os retweets, para que as pessoas possam adicionar os seus próprios comentários. Invista tempo a curtar frases e fazer tweets eficazes.
O verdadeiro desafio será garantir que o título do post do seu blog é ‘tweetable’. De facto, a maioria do conteúdo de hoje é reaproveitado. Pense nos posts do Twitter ou do Facebook quando escreve o post e o seu título. É mais fácil fazer tweets de um título ou conteúdo curto. Para que outras pessoas façam retweet, facilite-lhes a vida! Se tiverem de pensar sobre como tornar o título retweetable, está a reduzir as hipóteses de o fazerem.





As 10 dicas de Mark Brownlow para encurtar os seus tweets

1.    Reescreva. Não se contente com o seu primeiro Tweet. Trabalhe-o e aperfeiçoe-o!
2.    Use sinónimos. Procure alternativas para palavras compridas.
3.    Elimine palavras implícitas e sugestivas como ‘Eu’ e ‘Aquele’
4.    Substitua palavras com símbolos e números. Em vez de ‘quatorze’ escreve 14, etc.
5.    Escreva na voz ativa. Não escreva ‘estão a usar’ mas sim ‘usam’, não ‘estou a planear’ mas ‘planeio’
6.    Use hashtags para conteúdo. Por exemplo, em vez de explicar que ‘Esta dica é para marketers farmacêuticos, adicione simplesmente o hashtag #Farmamktg no final
7.    Use abreviações. Por exemplo pode encurtar para ‘eg’…
8.    Use URLs curtos. Através do Hootsuite pode encurtar os seus URLs, tal como o ow.ly ou o bit.ly ou um serviço similar
9.    Arrastar pontos. Em vez de escrever uma lista complete, use … para deixar claro que há mais opções. Por exemplo, ‘Dicas sobre copywriting, email marketing, media…’

10. Use questões. Em vez de frases completes. Por exemplo, em vez de ‘Atenção, copywriters!’, pode escrever ‘Copywriters?’ 

Loyty Smarketing!

segunda-feira, 31 de março de 2014

Saiba a resposta para Angariar Clientes

Regra geral (e erro geral), a grande maioria dos jovens empreendedores entendem existir 2 tópicos principais sobre angariar clientes:

  • Tem de ser algo viral
  • Tenho de haver uma série de amigos ou seguidores de facebook/twitter para partilhar e fazer retweet

Contudo, dizer a um investidor que o plano inicial passa por tornar o negócio viral e que este até já conta com vários seguidores no Twitter/Facebook, é dizer-lhe ‘Não faço ideia do que estou a falar’.
Se alguém que sabe do que está a falar, lhe perguntar ‘Qual a questão mais importante a resolver quanto ao seu negócio?’, a resposta terá de ser ‘Angariar Clientes’.




A verdadeira questão não estará tanto em ‘Como (angariar)?’…, mas sim ‘Quanto irá custar?’
Isto porque a sua maior batalha será garantir a longo prazo que o LTV do cliente (Life Time Value) se mantém superior ao CPA (Cost Per Acquisition)


‘LTV has to be greater than CPA or you won’t be able to scale’
Dan Lewis, Director of New Media Communications for Sesame Street


No início do seu negócio, é normal que ainda não tenha muitos dados sobre este assunto. Se existirem empresas similares já estabelecidas na sua área de negócio, poderá tentar determinar os seus números.

Formas de o fazer:

  •           Custos Google AdWords
  •           Demonstrações financeiras que possam ser usadas (quando disponíveis)
  •           Entradas no blog ou outras fontes de pesquisa primárias do negócio
  •      Pergunte a pessoas da indústria ou investidores que possam ter uma noção geral sobre o assunto


Mas, realisticamente, não terá grandes dados iniciais, e esta será uma das etapas mais difíceis. É por isso que tantas vezes ouve investidores questionarem sobre a ‘tração’ antes de se tornarem seriamente interessados num empreendedor relativamente novo. Tração é o nome dado ao progresso de uma empresa start-up e o seu impulso de crescimento.

Como conseguir clientes de verdade

Existe um número de estratégias com as quais conseguirá angariar clientes (embora não exista nenhum truque de magia).

Exemplos:

Inbound Marketing – como ajudar prospects a encontrá-lo.

De acordo com o site HubSpot, em 2013:

- 60% das empresas apostaram no desenvolvimento de estratégias de inbound marketing;

- 34% do budget total dos marketers foi alocado em táticas inbound – 11% mais do que dedicaram a estratégias outbound, como banners, emails diretos;

- 48% dos marketers pretendem aumentar os seus gastos em inbound marketing.

Que ferramentas de inbound marketing podem ajudar o seu negócio?

  • Search Engine Optimization (SEO) – Garantir que a sua empresa ocupa uma posição elevada no ranking 
  • Blog – Útil à construção da marca
  • Social Media Marketing – Utilizar os canais mediáticos para espalhar o nome da sua empresa, em mensagens de marketing ou posts no blog
  • Search Engine Marketing (SEM) – Compra de publicidade em motores de busca como o Google AdWords
  • Publicidade – Descobrir por onde andam os visitantes no seu site e pagar para colocar conteúdos nesses espaços
  • Email Marketing – Criar conteúdos úteis e educar os visitantes sobre os produtos da sua empresa, facilitando o processo de compra


Outbound Marketing

  • Vendas Diretas - Ter uma força de vendas ativa, capaz de atingir diretamente os consumidores individuais (pessoalmente, por telefone ou web
  • PR – Referência em blogs, jornais, revistas, televisão
  • Parcerias Estratégicas – Tornar-se parceiro de outros negócios para introduzir o seu produto ou serviço no mercado
  • Widget – Versão de baixa-intensidade da parceria estratégica – Criar um widget de agregação de valor que possa ser facilmente adicionado a outros websites a fim de estender o alcance do produto


A sua estratégia de angariação de clientes irá mudar – Descubra como antecipar-se 

Nesta fase, mesmo estando apto a encontrar formas escaláveis de angariar clientes a um preço razoável, cada visitante incremental tornar-se-á mais e mais caro. Dado o tamanho do seu negócio e ferramentas disponíveis, haverá mudanças no tipo de marketing escolhido, e qual o mais efetivo.
Mantenha isto em mente quando planear a sua estratégia de marketing – é muito pouco provável que seja bem-sucedido se mantiver a mesma estratégia de marketing durante muito tempo. Importa perceber de que forma esta estratégia irá mudar para continuar a angariar clientes onde o LTV seja maior que o CPA.

Loyty Smarketing!


sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

Saiba porque o seu lugar no ranking SEO está a cair (e as 7 formas de dar a volta)




O meu lugar no ranking está a cair, o que devo fazer?
Esta é uma das questões mais colocadas pelos marketeers de hoje.
Se o seu objetivo for assegurar a manutenção da classificação no ranking Google, existem 7 coisas que deve fazer quando começar a notar uma queda de keywords:


Solução #1: Links Internos

O maior erro de vários sites é tenderem a esquecer-se de usar links internos, através dos quais poderiam ligar uma página a outra. Mesmo os que costumam usar links internos, provavelmente estarão a usar frases de ligação inadequadas.
Ligar internamente os artigos do site irá ajudar a posicionar palavras na long tail do ranking SEO Google.
Mas não espere resultados imediatos. Usualmente são precisos cerca de 3 meses para que estes links comecem a gerar efeitos. Convém também não esquecer que não é pelo simples facto de ir aos seus posts antigos e colocar toneladas de links internos que a sua classificação no ranking vai subir. Será necessário conduzir este processo ao longo do tempo.


Solução #2: Acelere o seu site

Em 2010, o Google anunciava que iria passar a considerar a velocidade de abertura dos sites para determinar a posição dos mesmos no seu ranking. Sabe porquê?
O Google reparou que os sites de abertura lenta estavam frequentemente associados a uma má experiência por parte do utilizador, fazendo com que os mesmos usassem menos vezes o Google… e tal significava um menor rendimento.


Solução #3: Construa links, mas não para a página que caiu no ranking

Quando o seu lugar no ranking cai, qual a primeira coisa que lhe vem à cabeça? Preciso urgentemente de construir mais links, certo?
A maioria das pessoas comete o erro de construir toneladas de links para a página web que caiu no ranking. Mas o Google é esperto e consegue detetar se a página está a ganhar links a um ritmo não natural. Então, se construir demasiados links para a página web que caiu no ranking, irá notar que o seu lugar irá cair ainda mais.
Mas se contruir links para outras páginas internas, que não a que caiu no ranking, e evitar usar textos-âncora densos, irá reparar que o seu lugar no ranking não só poderá estabilizar, como até aumentar.


Solução #4: Atualize a sua página

Esta tática é provavelmente a mais simples de todas elas, e por norma é também a mais eficaz.
O Google prefere páginas novas a desatualizadas. Assim, ao atualizar conteúdos e imagens à sua página estará a proporcionar uma melhor experiência para o utilizador.
Isto fará com que as pessoas permaneçam no site por mais tempo, fazendo-as ligar-se ao seu site e até partilharem nos media.


Solução #5: Aumentar a taxa de cliques

Se perder algum tempo na sua conta Google Webmaster Tools, irá reparar que o Google contabiliza a taxa de cliques no seu site.
Se uma ferramenta de busca detetar que os cliques no seu site são extremamente baixos comparados com a sua posição no ranking, poderá facilmente baixar a sua posição.
Para combater isto, otimizar a sua descrição no title tag e meta tag poderá ajudar a aumentar a sua taxa de cliques no site.
Pode fazer isto usando algumas das seguintes keywords, nas suas meta tags, dado serem estas as mais clicáveis:

  1. How to
  2. [List-related numbers]
  3. Free
  4. You
  5. Tips
  6. Blog post
  7. Why
  8. Best
  9. Tricks
  10. Great
Outra forma de aumentar o seu número de cliques será através do Google Authorship.
Ao adicionar a sua fotografia junto da sua posição na pesquisa Google, estará apto a destacar-se dos restantes e aumentar potencialmente a sua taxa de cliques em 150%.

Tudo o que precisa de fazer é seguir estes 3 passos:

  1. Garantir que tem uma foto de perfil com uma cara bastante reconhecível.
  2. Garantir que tem uma assinatura que apareça em cada artigo (ex., ‘Por Loyty’)
  3. Garantir que o nome da assinatura está de acordo com o nome do seu perfil Google+

Solução #6: Otimize o seu design

Os dispositivos móveis e tablets estão a crescer a um passo tão grande como os computadores e portáteis. Ao assegurar que o seu website é compatível com todo o tipo de dispositivos, irá aumentar as probabilidades de o seu lugar no ranking se manter elevado.
De outra forma, seria uma má escolha o Google continuar a colocar continuamente no ranking sites não responsive quando uma larga margem de utilizadores usam telemóveis.
Através do Google Analytics, poderá ver o tipo de dispositivos que as pessoas estão a usar para visitar o seu website: desde telemóveis a tablets ou computadores.

Uma forma simples de assegurar que está a fornecer uma boa experiência móvel é assegurar que o seu site abre mais rápido, pois nem todos têm um plano de análise de dados rápido.
A seguir, pode garantir que está a fornecer uma boa experiência móvel ou tablet tornando o design do seu website responsive. Desta forma, não importa qual o tamanho do ecrã que a pessoa está a usar, o design do seu site irá adaptar-se a ele.


Solução #7: Aumentar a sua taxa de partilhas sociais

Muito se tem discutido sobre o facto de as partilhas nas redes sociais terem ou não impacto no lugar ocupado no ranking Google. Quer tenham ou não, a verdade é que mais partilhas sociais representam mais tráfego. E quanto mais as pessoas visitam o website, maior a probabilidade de alguém fazer um link para a sua página. E mais links significam lugares no ranking mais elevados.  

Existem 7 formas simples de conseguir mais partilhas sociais da sua página web:

  1. Adicionar botões de partilha social na suas páginas web. Da mesma forma que usa os plugins do seu blog, como o Sharebar, também quererá usar botões sociais nas páginas web que contenham conteúdo valioso.
  2. Se tem um blog, pode sempre pedir aos seus leitores para partilharem uma página web específica, via Twitter ou Facebook.
  3. Se tem contato com pessoas influentes nas redes sociais, peça-lhes que partilhem a sua página web.
  4. Se ainda não usou o Triberr, deve dar uma olhadela.
  5. Pode sempre pagar por uma partilha social através do Twitter ads.
  6. Pode pagar pelas partilhas e ‘gostos’ no Facebook através do Facebook ads.
  7. Persuada os seus visitantes dando-lhes um ebook grátis em troca de uma partilha social.


sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

Saiba o que a cor está a fazer pelo seu negócio

Se se questiona sobre a cor do seu escritório, ou sobre ideias para redecorar a sua loja, saiba que a cor pode impulsionar a concretização dos seus objetivos. Cerca de 85% dos compradores acreditam que a cor é a principal razão para adquirir o produto. De facto, a cor influencia o comportamento e as emoções do ser humano. Tornar os seus colaboradores mais produtivos ou encorajar o cliente a gastar mais dinheiro, podem ser metas conseguidas através da compreensão básica da psicologia das cores. Porque a cor também pode aliada da potencialização do seu negócio.


Mude a perceção de temperatura das pessoas

A cor de uma parede pode mudar a forma como o cliente perceciona a temperatura da sua loja. Cores quentes, tais como o laranja, vermelho e amarelo criam no cliente a sensação de que a loja é mais quente do que é verdadeiramente. Cores frias, tais como o azul, verde e roxo podem conduzir à sensação de temperatura ambiente mais fria.
Gestores de negócio deverão usar este facto a seu favor, economizando em custos de aquecimento e arrefecimento. Por exemplo, se vive num ambiente frio, pintar uma entrada com uma cor quente pode fazer com que os clientes olhem para a sua loja como um espaço quente e tal poderá ser um fator de atração.

Convoque respostas emocionais

As cores evocam respostas emocionais similares na maioria das pessoas. Contudo, não existem verdades universais sobre a cor. A cultura e as experiências passadas podem afetar as emoções dos clientes em relação a uma cor específica. Apesar de tudo, existem regras básicas sobre como determinadas cores evocam respostas emocionais e comportamentais específicos.





Verde irradia criatividade

Estudos comprovam que o verde é uma cor associada a pensamentos mais alargados e criativos. Na sua grande generalidade, os clientes simpatizam com o verde, dada a sua associação à natureza e ao rejuvenescimento. Assim, se pretende que os seus empregados sejam mais produtivos, considere pintar algumas das suas áreas de trabalho de verde.

Vermelho reduz o pensamento analítico

Existe uma razão pela qua os carros desportivos custam mais em termos de manutenção. Quando os humanos vêm vermelho, as suas reações tornam-se mais rápidas e energéticas. Contudo, esse rasgo de energia dura pouco tempo e, em última instância, contribui para a diminuição do pensamento analítico.
Os atletas são mais suscetíveis de perder quando competem contra um adversário que usa vermelho. Estudantes confrontados com esta cor antes de um exame têm maior probabilidade de serem mal sucedidos.
Apesar de o vermelho ser frequentemente associado a uma cor de atração, o mesmo não se aplica quando falamos de negócios. Uma razão plausível prende-se com o facto de o vermelho ser uma cor de difícil concentração.

Azul é a cor mais aceite

Quando questionadas sobre a sua cor favorita, a resposta mais comum dada pelos clientes é o azul. Tal poderá estar relacionado com o facto de os nossos ancestrais verem recorrentemente esta cor – como o azul claro do céu ou dos bebedouros – frequentemente associada a bons sinais. Ao pintar uma área comum do seu escritório de azul poderá estar a satisfazer a maioria das pessoas.

Amarelo nem sempre é um sucesso

Evite pintar espaços públicos de amarelo, pois a maioria das pessoas não são fãs desta cor. Contudo, aquelas que gostam de amarelo, tendem a ter uma enorme preferência por esta cor, ao invés da maioria das pessoas que só favorece ligeiramente uma cor em detrimento de outra. No geral, o amarelo continua a ser a cor menos escolhida pelos clientes, pelo que deverá optar por uma cor diferente se for sua intenção agradar à generalidade.

Cor-de-rosa acalma as pessoas
Existe uma razão pela qual algumas equipas desportivas pintam o balneário da equipa adversária de cor-de-rosa – esta é uma cor conhecida por retirar a energia das pessoas. Será, decerto, uma excelente opção para advogados que estão a conduzir um caso ou para uma sala de reuniões onde se resolvem situações de difícil resolução.

Branco pode levar ao aborrecimento

O branco assume-se como apelo moderno. A Apple, por exemplo, usou o branco para marcar o seu design clean e suave. Contudo, um look demasiado monocromático pode levar a que os clientes reflitam muito sobre as suas opções de compra. Uma pessoa que compra numa loja monocromática tem maior facilidade em distrair-se em relação ao que está a fazer, dada a falta de estímulo.


Alteração de cores

O melhor de tudo isto é que pode mudar a cor da sua uma parede com frequência. Pense cuidadosamente sobre como quer que os clientes se sintam e os seus colaboradores trabalhem, antes de pintar o seu espaço. Embora a cor da parede por si não faça milagres, poderá certamente impulsionar o seu negócio na direção certa.

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

Os 4 segredos de um programa de fidelização de sucesso

Se ainda fideliza clientes com cartões ‘a carimbo’, saiba que a sua empresa está muito atrás da concorrência. Conseguir um programa de fidelização com software friendly e que lhe dê dados completos sobre ocliente poderá ser o seu segredo para fazer face aos maiores concorrentes.
Saiba os 4 segredos para ter um programa de fidelização amigo do ROI (Return On Investment) da sua empresa.


1. Design

Num mercado onde a oferta é cada vez maior, há incontáveis produtos com semelhante funcionalidade e preço, o que torna imperativo conseguir destacar e diferenciar a oferta da sua empresa.
É neste ponto que a identidade visual do cartão cliente pode fazer toda a diferença. Assim como um design criativo desperta o desejo do público, um design pobre gera desinteresse.
Hoje em dia, existem soluções de fidelização para segmentos enterprise, como o Loyty, que disponibiliza serviços opcionais de design para cartões de fidelização e formulários de dados, agilizando o tempo de implementação. - http://bit.ly/Mrh0MR

Um cartão de design atrativo gera valor e aproximação ao cliente, ajudando a fidelizá-los e a preferir o seu produto em detrimento do da concorrência. Mas embora tenha um peso significativo, a existência de cartão não deve decidir o sucesso do seu programa de fidelização. De facto, com ou sem cartão, importa não descurar o conhecimento do perfil do cliente para o desenvolvimento de uma comunicação otimizada e eficaz que se reflita no ROI da empresa.


2. Lançamento

O software de fidelização escolhido deve incluir ferramentas de gestão e soluções técnicas de rápida implementação.
Um programa de fidelização como o Loyty oferece uma fácil instalação e interatividade com outros sistemas POS, para que não tenha de mudar de software ou hardware.
Implementar um programa de fidelização que trabalhe com a configuração existente, não será um problema. Tudo para que consiga tirar partido do sistema desde o primeiro minuto.


3. Gestão de dados

O seu sistema de fidelização deverá garantir a oferta de uma variedade de ferramentas de análise e modelos de fácil utilização que permitam obter informação relevante para a segmentação de clientes. A combinação desta segmentação com o desenvolvimento de uma comunicação automatizada pode reduzir drasticamente o trabalho para conseguir ofertas acionáveis​​, segmentadas e altamente eficazes.
A chave para a angariação de uma base de dados com clientes fidelizados e rentáveis começa no entendimento dos gostos e interesses de cada cliente. Só assim conseguirá oferecer serviços relevantes.

Loyty é um software de fidelização que permite:

- Conhecer o histórico de compras de cada cliente, preferências, dados demográficos e interesses;

- Obter insights para melhorar a frequência de compras, o cabaz de compras, e retenção de clientes;

- Executar campanhas de comunicação específicas e mensuráveis ​​para os clientes.

É fundamental conhecer quem é realmente o consumidor, o que faz e do que gosta – e não apenas o que compra. Só assim será possível analisar qualitativamente os dados do mesmo, comunicar com ele e fidelizá-lo.
É importante não esquecer que um aumento em 5% dos clientes fidelizados traduz-se num aumento de 25% a 95% do ROI da empresa.


4. Melhoria e Impulso das vendas

A escolha de uma solução de fidelização poderá ser imprescindível à otimização das estratégias desenvolvidas pela equipa de marketing da sua empresa, permitindo melhorar continuamente o serviço prestado ao cliente. Com as ferramentas de análise adequadas poderá compreender a visão do cliente e o seu comportamento, para que comunique o que lhe interessa, fazendo-o voltar mais vezes à loja e comprar com maior frequência e em maior quantidade.