terça-feira, 3 de maio de 2016

9 Maneiras de Reter e Fidelizar Clientes

Quando pensa em fazer crescer a sua empresa, a sua primeira linha de pensamento, provavelmente é angariar mais clientes. Pensa sobre como poderá gerar mais leads, aumentar o seu networking e vender mais. Porém isto implica um alto envolvimento da parte da sua organização.
Um outro ângulo para potenciar o seu negócio poderá ser aumentar a sua taxa de retenção de clientes. De acordo com a pesquisa de Frederick Reichhed, publicada na Harvard Business School, um aumento na taxa de retenção de clientes em 5%, resulta num aumento entre 25% a 95% dos lucros das empresas.


Partilhamos abaixo algumas dicas de como aumentar a taxa de retenção dos seus clientes:

1. Angarie os clientes certos
Este é um bom princípio: feche negócio com a lead certa. Se durante o processo de vendas procurar qualificar as suas leads, colocando as questões certas, partilhando case studies que revelem a colaboração e resultados que já obteve com os seus clientes, conseguirá entender se o cliente possui o seu perfil de cliente ideal ou persona.
Poderá também partilhar testemunhos de clientes. Se o potencial cliente entender o que pode ganhar com a sua empresa ou marca desde o inicio, as suas expetativas serão as adequadas e a experiência entre ambas terá tudo para correr certo. Isto implicado que por vezes, tenha que dizer que não a alguns negócios!

2. Defina as expectativas cedo e de forma clara
Definir e ajustar as expectativas do cliente, clarificando prazos, objetivos e metas no tempo, é essencial para ter certeza que as expectativas serão correspondidas. Desta forma, irá conseguir manter os clientes felizes e estabelecer um relacionamento por mais tempo. Caso contrário, um cliente poderá acreditar que irá conseguir algo com a sua empresa, enquanto na realidade, o que obtém é diferente.

3. Comunique os resultados obtidos periodicamente
Os clientes serão fiéis à sua empresa, se esta os ajudar a produzir resultados ou a alcançar a experiência que procuram.  Se conseguir gerir as expetativas e alcançar os objetivos do seu cliente, então será muito difícil esse cliente dizer-lhe adeus.
Isso significa que precisa de um bom sistema de rastreamento e relatórios sobre as métricas que realmente importam para o cliente, respeitando o modelo SMART. Seja transparente sobre as atividades que executou no mês passado, os resultados que viu, onde vê oportunidades de melhorias, e o que vai trabalhar no próximo mês. 

4. Crie um plano do futuro da relação

A sua organização deve criar e rever regularmente o plano de relacionamento com o cliente  construindo etapas para projetos novos e níveis de compromisso. Ambas as partes devem ser capazes de olhar para a frente e sentirem-se animadas sobre a atual e próxima etapa da relação.

5. Faça memórias em torno dos sucessos
As pessoas lembram-se mais rapidamente de eventos negativos do que positivos, mesmo que no geral hajam mais eventos positivos, as memórias negativas são normalmente mais duradouras. Assim a sua empresa ou marca deverá criar experiências ao redor de eventos positivos e sucessos alcançados com o relacionamento, tornando esses acontecimentos memoráveis.

6. Peça feedback e atue sobre essa informação
Você não pode melhorar a taxa de retenção da sua empresa sem primeiro perceber porque é que os clientes estão a deixar a sua empresa.  Depois de saber as razões e os sinais que estão relacionados com o aumento da sua churn rate, procure reduzir os fatores.
Pode, por exemplo, realizar questionários no final dos projetos e de acompanhamento periódico dos seus clientes, de forma a identificar e resolver esses problemas o mais cedo possível, impedindo que alguns clientes o deixem ou aumentando o seu ciclo de vida.

7. Planeie detalhadamente cada projeto
Consistência gera confiança.  Crie um documento e detalhe as fases e interação de um projeto. O cliente deve saber que pode contar com a sua equipa para obter o trabalho feito e entregar os resultados que eles precisam. Sem isso, a maioria das interações são uma surpresa, e na realidade, os clientes não gostam de surpresas - Mesmo que eles digam que querem fazer parceria com mais uma “inovadora, divertida e arriscada empresa”.

8. Crie uma estratégia de marketing relacional interna e externa
Estabeleça momentos e meios de interação com os seus clientes de acordo com o seu ciclo de vida. Promova a interação de forma personalizada, permissiva e continuada.
Garanta que qualquer pessoa na sua organização sabe e conhece o histórico dos seus clientes e os seus objetivos futuros. Utilize um sistema de CRM, ou zona comum, onde possa armazenar notas de reuniões e telefonemas, questões em curso, as preferências pessoais dos seus clientes, entre outras notas relevantes.
Com notas detalhadas e um histórico da relação gravada, qualquer pessoa na sua organização estará pronta para ser um verdadeiro líder de negócio para o cliente, muito mais rapidamente.

9. Utilize a reciprocidade para aumentar a fidelidade

Por último utilize a reciprocidade. A reciprocidade é a capacidade através da qual se torna compreensível a relação entre dois ou mais atores. No contexto empresarial pode ser vista como uma surpresa ou gesto de atenção para com um cliente, por exemplo quando a sua empresa envia bilhetes para um teatro, quando um projeto é concluído um dia mais cedo, sem aviso prévio, ou então poderemos estar perante uma reciprocidade mais intensa, quando a sua empresa se envolve nos processos com o cliente de forma marcante e diferenciadora, o que a torna única para ele e no mercado.

Esperamos que estas dicas lhe sejam úteis! Se pretender acrescentar ou discutir alguma ideia, deixe-nos os seus comentários abaixo ou para o e-mail info@loyty.pt.

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

Visão Única do Cliente

Nos dias que correm, compreensivamente, a maioria das organizações não possuem uma visão totalmente integrada e centralizada do seu cliente.
Por um lado, os vários departamentos de Gestão de Produto, Marketing e Vendas, trabalham cada um com uma plataforma específica, sendo difícil construir uma visão unificada das preferências do seu cliente e tomar decisões de negócio apoiadas em métricas e KPI’s globais.
Por outro lado, o investimento de tempo e monetário requerido para implementar um projeto de BI acaba na maioria dos casos por se estender ao longo de mais de 1 ano e atrasar o fácil acesso à informação que as equipas de marketing precisam.
42% dos diretores de Marketing  (Accenture) concordam que a tecnologia está isolada entre os diferentes departamentos, sendo demasiado difícil utilizá-la para se criarem experiências multicanal consistentes.
A chave é encontrar uma plataforma que una a informação das diferentes equipas e lhes permita entender o que está a funcionar, como o cliente interage com a empresa/marca e que mudanças necessitam de fazer para otimizarem os seus resultados.  
O Loyty é uma plataforma que permite centralizar a informação de diversos Softwares de Marketing e construir em tempo real uma visão unificada do cliente e experiência personalizada.
Deixamos abaixo três aspetos que acreditamos serem fundamentais para a criação de uma relação duradoura com o cliente:

  • A sua organização deve focar-se nas necessidades do cliente;
  • Os marketeers devem ter uma visão integrada das interações do cliente nos diferentes canais da empresa (ex: em loja, na sede, com a equipa de suporte);
  •  Os marketeers devem ter a possibilidade de personalizar a comunicação, tendo por base o perfil transaccional e comportamental do cliente, desde a sua 1º interação;

sexta-feira, 3 de julho de 2015

7 Dicas que farão a sua Estratégia de Fidelização ter Sucesso

Um sistema de fidelização tem como objetivo o estabelecimento de relações contínuas e rentáveis com os clientes, no entanto ele não funciona sozinho. 
O que separa as empresas que apostam em fidelização e tem sucesso daquelas que não têm?
A resposta é simples: foco, análise e comunicação direcionada!
Veja abaixo sete dicas que o ajudarão a desenvolver uma estratégia de fidelização de sucesso.


1 . Identifique e agrupe os seus clientes
Ao identificar e agrupar os seus clientes em grupos estará a analisar o seu perfil e a atribuir semelhanças entre eles. Se os seus grupos de clientes são diferentes entre si, a sua oferta de valor e comunicação também deve ser diferente. Está a fazer isso?

2. Ofereça um cartão cliente com valor e diferenciador
Antigamente, as empresas de software ofereciam produtos e soluções tecnologicamente avançadas que permitiam atribuir pontos em cartão consoante as transações do cliente. O problema é que esses pontos eram oferecidos para troca de um conjunto de produtos pré-selecionados pela empresa. Será que os benefícios que o seu cartão cliente oferece têm valor para o seu cliente-final?

3. Desenvolva um plano de campanhas credível e exequível
Não desperdice recursos a criar campanhas que o seu cliente não valoriza ou inatingíveis. As vantagens das suas campanhas tem de ser claras para o cliente-final. Este tem de perceber que por realizar determinada ação alcançará um benefício. O benefício oferecido bem como o nível de interação pretendido deverão variar proporcionalmente.
Saiba que os clientes ficam satisfeitos com um benefício de apenas 5% sobre o total que eles gastam consigo ou por pequenos gestos que o fazem sentir importante para si. Já pensou nas pequenas coisas que pode oferecer ao seu cliente e que não tem um custo monetário direto?

4. Interiorize a sua estratégia de fidelização na sua rede interna de clientes
Os seus colaboradores são o foco mais importante da sua empresa, são eles que a põem a funcionar e transmitem uma imagem acerca dela. Ofereça-lhes vantagens também a eles e faça-os sentir que fazem parte do seu projeto de fidelização.

5. Esteja onde o seu cliente está
Se o seu cliente tem um grupo, fórum ou presença nas redes sociais comunique com ele onde ele está e depois fidelize-o com o seu sistema de fidelização.

6. Premeie as referências dos seus clientes
Já pensou em premiar os clientes que lhe trazem novos clientes, premiando-os a eles e ao novo cliente? Se o seu programa de fidelização lhe permitir isso, você está num bom caminho de construir uma vantagem competitiva.

7. Comunique regularmente com o seu cliente através de diferentes plataformas
Hoje em dia, a maioria dos portugueses tem um smartphone e acedem ao e-mail através dele. Que tal comunicar por SMS com o seu cliente as mensagens mais importantes e dar-lhe a conhecer as campanhas que tem em vigor por e-mail? Sabia que 90% dos SMS são lidos e 70% respondidos?
Comunique com as pessoas certas através dos canais certos. Está a fazê-lo?

DICA BONUS: Cresça com os seus clientes! 
A dica mais importante é continuar a oferecer aos seus clientes uma oferta de valor acrescentado. Afinal de contas, se os seus clientes perceberem que conseguem evoluir tendo-o a si como parceiro a sua empresa também irá crescer.

terça-feira, 31 de março de 2015

Saiba as Novas Realidades para os Retalhistas Locais

Tem conhecimento das Novas Realidades que aí vêm para os Retalhistas Locais?

Fala-se cada vez mais da forte relação entre o mundo digital e as lojas físicas.
Hoje em dia mais retalhistas partilham e adaptam as suas ações, de acordo com a nova tendência de chegar até aos consumidores conjugando o online com o offline.
E os resultados não enganam. O incremento nas conversões é atualmente derivado da era móvel e utilização destes dispositivos.

No estudo da Google e Nielsen, de 2013, sobre “Mobile Path to Purchase”, uma das conclusões é o número de horas por semana que os consumidores passam a pesquisar nos seus smartphones – 15 horas!!!
E só esta conclusão é suficiente para imaginarmos e se falar das grandes alterações que estão atualmente, e continuarão a acontecer, no comportamento dos consumidores e respetivo impacto no mundo dos retalhistas.



Atualmente o momento de pesquisa no seu processo de compra pesa muito e fazem-no, em maioria, online. Desta forma, poderão as idas à loja diminuir mas quando acontecem, os consumidores levam o seu “trabalhinho de casa” feito e sabem exatamente o que querem o que poderá significar um aumento no seu volume de compras.
Há outro estudo da Google, sobre “New Research Shows How Digital Connects Shoppers to Local Stores”, do qual recomendamos vivamente a leitura e que ajuda a explica este mesmo ponto, como o digital ajuda a aumentar o tráfico para a loja e enquanto em loja, a aumentar as conversões.
Um excelente exemplo de uma marca a tirar partido desta tendência e que sem dúvida é um case study é a Sephora.

Todas estas mudanças e tendências caminham para algo melhor e que aos olhos dos clientes é crucial – a experiência do consumidor. Poderá suar um pouco estranho, mas atualmente não tem tanto a ver com o “onde” a venda é feita, mas sim com o “como” se consegue assegurar a venda no momento.

Estas alterações todas no comportamento do consumidor levam a crer que retalhistas estão perante 3 novas realidades:

1) Digital direciona tráfico para as lojas
Não estamos apenas a falar de sites de e-commerce, as lojas online, mas também das lojas físicas. Mesmo que a primeira fase do processo de compra – a pesquisa – seja feita maioritariamente online, ainda se verifica uma grande percentagem de consumidores que vão posteriormente à loja para efetuar e concluir o processo.
A nível de pesquisa, a Google afirma num outro estudo, que das informações mais valorizadas por utilizadores estão  a apresentação nos resultados de pesquisa da disponibilidade do produto na loja mais próxima e o preço.  

2) Smartphones são assistentes de venda em loja
Esta nova era e evolução leva a que todos nós estejamos constantemente conectados ao mundo e com fácil acesso a informação, maioritariamente a partir dos nossos dedos. Contudo, não é fácil traduzir esta evolução para a experiência em loja.
É importante saber que a maioria dos consumidores que acedem aos seus dispositivos móveis para pesquisar mais informação, fazem-nos em loja e a partir dos websites e apps das marcas em questão. Inclusivamente, alguns deles preferem este acesso ao mundo digital para obter mais informação do que o assistente que se encontra em loja. Assim o diz o estudo de “Mobile In-Store Research” também da Google.

3) Consumo Omnichannel requer medidas e analise omnichannel
Começando pelo conceito Omnichannel, este refere-se à tendência dos consumidores de pesquisarem online e comprarem offline e vice-versa.
Caminhamos para uma tendência multicanal e cross canal, ou por outras palavras, comprar em diversos canais no momento mais conveniente e prático, podendo mesmo ser em lojas físicas ou virtuais.

Então e a análise quantitativa das ações e esforços de marketing? Ainda não é totalmente percetível e claro a forma como o mundo digital direciona tráfico para as lojas e como as visitas a lojas afetam as compras online. O real retorno do investimento em marketing digital no total de vendas é geralmente subavaliado, o que geralmente leva a decisões do marketing mix subaproveitadas.
Mas a análise conjunta é crucial! Acabaram-se as análises separadas. O mundo digital e o das lojas físicas tem de ser contabilizado de forma conjunta na análise e calcula das vendas totais.

Não nos esqueçamos que o futuro caminha para uma constante e “on-the-go” comunicação e ligação com o mundo digital.

Ver o artigo completo aqui.



Loyty Smarketing!

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

Saiba como tirar partidos dos Beacons

Já alguma vez ouviu falar de Beacons?

Estes pequenos gadgets têm vindo a ser testados por retalhistas nos Estados Unidos e os resultados têm sido interessantes. Mas haverá mercado para estes gadgets? Conseguirão os retalhistas implementar estratégias de incremento de vendas com esta nova tecnologia?
 
Os beacons estão entre as mais importantes e recentes tecnologias mobile que oferecem vantagens únicas aos retalhistas no incremento de vendas.

Pesquisas sobre o tema, concluem que estes dispositivos são a tecnologia em loja que apresentará maior crescimento desde os leitores de cartões de crédito, esperando-se assim que no futuro próximo a taxa de implementação dos mesmos dispare (só nos Estados Unidos espera-se alcançar os 4.5 milhões de beacons ativos no final de 2018).


Estes equipamentos low-cost funcionam a partir de um sinal de Bluetooth, de fraca energia, com as apps nos diversos smartphones, comunicando com os clientes em loja. Estimativas afirmam que, globalmente, 570 milhões de smartphones Android e Apple serão compatíveis com estes dispositivos.



A empresa BI Intelligence aprofundou o estudo dos beacons e desenvolveu um relatório para dar a conhecer mais vantagens, que estratégias funcionam melhor e o que esperar no futuro desta mais recente tecnologia.

Até à data comprova-se que notificações a partir de apps móveis com base na localização e enviadas a partir dos beacons aumenta o envolvimento dos users e clientes com as apps e posteriormente as vendas em loja.





Relativamente a 2015 e anos seguintes, é esperado um aumento significativo nas vendas dos mais reconhecidos retalhistas nos Estados Unidos.
Adicionalmente, as previsões também apontam para um uso mais frequente e aceitação por parte dos clientes para notificações de cupões e descontos em loja. Alinhados também com programas de fidelização, estes dispositivos e as notificações enviadas serão um excelente ponto de comunicação (online e offline) e recompensa aos clientes leais e fiéis às empresas, mesmo tendo apenas visitado a loja.

As vantagens não terminam aqui. Os retalhistas conseguirão não só comunicar com clientes em loja como também obter informação valiosa sobre a sua atividade nos estabelecimentos. Quanto mais a informação for detalhada e personalizada mais os retalhistas poderão oferecer promoções específicas aos perfis e necessidades dos clientes.


Mas como não há mas sem senão, obviamente que para os retalhistas, o maior desafio quanto a este investimento, é mesmo convencerem os seus clientes a fazerem o download da app e aceitarem as notificações a partir de campanhas dos beacons.
Grandes retalhistas que já têm implementada esta tecnologia, estão a apostar em comunicação na loja para incentivar a este comportamento.

A comprovar-se estas estimativas e resultados interessantes para os retalhistas nos Estados Unidos, não tardaremos a ver esta tecnologia implementada também na Europa.
Isto é que são boas notícias!
Manteremos a par das novidades destes pequenos gadgets.


Loyty Smarketing!

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

Loyty com presença na ETV

Fomos até ao Económico TV falar um pouco mais da Loyty

Na passada quinta-feira fomos até ao Económico TV falar do negócio e solução Loyty.
Demos a conhecer a solução e falamos da nossa carteira atual de clientes, desvendando um pouco do nosso plano de internacionalização.

Aproveitámos ainda a oportunidade para apresentar a nova versão desenvolvida especificamente para o mercado de luxo, que já se encontra disponível.
Para saber mais sobre esta plataforma, entre em contacto connosco a partir de www.loyty.pt.

Fique agora com a nossa entrevista, clicando aqui.

Uma excelente semana,

Loyty Smarketing!

segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

Conheça uma das Previsões de Marketing para 2015

Um enorme obrigado a 2014! Foi um ano recheado de intenso trabalho e desafios, ufa!
Olá 2015, olá desafios novos, olá ideias novas, olá sucesso!!

Nada melhor para começar o ano que voltar a publicar no blog.
Neste primeiro post queremos partilhar uma das previsões de marketing para 2015.

Os consumidores esperam uma melhor experiência à medida que vão interagindo mais com a sua marca.

Recorda-se dos cartões de clientes físicos? Aqueles que permitem acumular pontos ou dinheiro por cada compra que um cliente seu efetue?
No momento da aquisição do cartão, a troca de informação é reduzida. Contudo, para os clientes é visto como uma troca justa.

Nos dias de hoje, os cartões de clientes encontram-se nos smartphones, tablets e websites das marcas, gravados no browser do cliente. Se ainda não tem o seu cartão de cliente disponível nestes dispositivos móveis apresse-se.

Para além da tecnologia também a mentalidade e comportamento dos seus clientes tem mostrado avanços. Os clientes sabem que em cada interação com a sua marca há uma maior transferência de informação – muito mais do que meras compras. Clientes sabem e você deve tirar partido das soluções de fidelização e interação com os clientes para obter o máximo detalhe sobre os mesmos – tipo de produto ou serviço que preferem, altura a que se deslocam à loja, média do valor de compra e mais.

Contudo, a taxa de conversão na “moeda” digital está prestes a mudar. A partir de 2015, os seus clientes estarão mais exigentes e irão querer receber o “troco” pela partilha de informação pessoal e dados da sua navegação e fluxo de cliques.
Apesar de o “troco” de cada cliente ser único, podemos-lhe garantir que a maioria dos seus clientes procuram uma coisa – 
Melhor Experiência.

Este desafio levará a muitas empresas, inclusive a sua, a procurar soluções tecnológicas e informáticas capazes de gerir e analisar dados cumulativos de forma a permitir interação ao longo de vários dispositivos e lojas e acima de tudo, analisar o impacto a longo prazo das ações de marketing.

Mas como clientes que também somos, a experiência de cliente vai mais além do que a mera interação. Será cada vez mais exigido também um tratamento justo, consideração e de respeito, que se traduzirá numa palavra que gostamos bastante – Lealdade!

Se a sua empresa de momento vê a relação com os seus clientes de um lado apenas, segue um alerta! Vêm aí tempos de mudança – na mente dos seus clientes persistirá uma questão de cada vez que interagirem com a sua marca, “Que valor adicionado esta marca me irá oferecer em troca de toda a informação que vou fornecendo?”.


Loyty Smarketing!

sexta-feira, 23 de maio de 2014

3 Erros de Design que estão a atrasar as suas vendas

Neste artigo iremos beliscá-lo para erros que poderá estar a cometer com o site da sua empresa. Estará o seu atual site a retardar a geração de receitas?


Demasiadas Fotos, Texto Insuficiente

Quando confia unicamente nas fotos do produto para contar uma história, está a atingir apenas uma pequena percentagem da sua audiência. 

Acredite ou não, a verdade é que a maioria das pessoas confia mais no texto do produto do que nas imagens para tomar a sua decisão final. Assim, muitas das imagens do seu website poderão ser completamente ignoradas.

Considere os detalhes de cada produto como o texto mais importante que irá escrever na sua página. É aqui que lhe é dada a oportunidade de ceder toda a informação sobre os itens, dando aos compradores o conhecimento que precisam para tomar decisões esclarecidas. Isto torna-se especialmente importante quando vende produtos semelhantes. 

O exemplo abaixo mostra-lhe isto mesmo:



À primeira vista, todos os produtos parecem iguais e o próprio texto que acompanha a imagem não ajuda muito. Um potencial cliente precisará saber, logo à primeira vista, do que se trata o produto para, em seguida, perceber que as descrições diferenciam entre si.


Demasiadas opções

É neste ponto que a Amazon vem provavelmente à cabeça. Afinal, mesmo esta empresa de renome internacional apresenta na sua página principal… TUDO! – de utensílios de cozinha a livros de romance, de calças de yoga a brocas. 

Se toda a regra precisa de uma exceção, esta é a empresa exemplo.
Contudo, embora seja exceção à regra, a verdade é que na maioria dos casos, demasiadas opções só contribuem para paralisar potenciais compradores.

Se os produtos apresentados na página corresponderem ainda a uma categoria mais abrangente, apesar das diferenças entre si, o cenário torna-se ainda pior. 

Por exemplo, repare na página das jeans Hot Topic (imagem abaixo). 




Skinny jeans, calções de ganga, e mesmo saias surgem como resultado de uma só pesquisa.

Depois repare como o site Torrid resolveu o problema. 



O filtro por modelo, o design de qualidade, as imagens do produto no topo da página, todos estes elementos facilitam as ações do comprador, diminuindo o seu tempo de procura. 

Em vez de ter de fazer um infinito scroll na página, esbarrando com dezenas de itens que não correspondem ao que procura, o visitante pode encontrar diretamente o produto que adora.


Demasiados Websites

Esta é uma situação estranha que surge quando uma empresa já estável decide começar uma divisão de e-commerce.

Vejamos a empresa Thermos. É com alguma facilidade que uma simples pesquisa rápida por canecas apresenta resultados para garrafas térmicas e direciona os compradores para o site Thermos.com, como pode ver no exemplo abaixo.



O site Thermos parece-se e funciona tal como um site de e-commerce, com imagens, menus, e descrição de produto. Mas heis senão quando um pequeno link no canto diz ‘Comprar’. E ao clicar irá aparecer um site completamente novo.




O site ShopTermos.com é, na verdade, o site para encomendar produtos online. Isto significa que se encontrar o que procura no site Thermos.com e tentar comprá-lo clicando em ’Comprar’, terá de pesquisar novamente o produto desejado no segundo website. 

Resultado? Muito provavelmente os compradores não irão permanecer por muito tempo no seu site.

Loyty Smarketing!

segunda-feira, 19 de maio de 2014

5 Formas de vender email marketing a um cético!

No que toca a novas táticas de marketing, sejamos honestos, o email marketing não é a primeira coisa a vir à cabeça. As redes sociais e os blogs, esses sim, estão sob a luz da ribalta.
Então, as perguntas começam a surgir – será o email um meio de comunicação ainda relevante? 



Neste artigo vamos olhar para 5 formas de vender email marketing a um cético. Vamos começar!


1) Fale sobre o alcance massivo dos emails
Da próxima vez que se encontrar com o gestor de redes sociais da sua empresa e discutir sobre as táticas de marketing mais efetivas, refira este facto: existem 3.6 mil milhões de contas de email ativas. Assim, no que toca a grandes contas, o email não dá margem ao Facebook e ao Twitter.


A ubiquidade no uso dos emails não deve ser negligenciada. O facto de existirem tantas pessoas a usar diariamente o email deve ser fator suficiente para dar credibilidade instantânea aos olhos de um marketer. Adicionalmente, com a rápida adoção do smartphone, muitas pessoas acedem às suas contas de email, onde quer que estejam: (casa, mercearia, ou até no jogo de futebol das crianças). Assim, a primeira forma de vender email marketing a um cético é mostrar o número massivo de pessoas que usa diariamente o email.   

2) Explique o retorno de investimento gerado pelo email marketing
Outro fator muito importante na avaliação do mérito de um meio de marketing está na sua capacidade de gerar retorno de investimento. Hoje, mesmo com todos os outros canais de marketing disponíveis, o email marketing continua a ter as mais elevadas métricas de retorno de investimento, quando comparado com outras táticas de marketing.


Um estudo mostra que a cada 1 dólar investido em email marketing 44.25 dólares são gerados de retorno de investimento. Este status é impressionante e não pode ser ignorado, até mesmo pelos mais ferrenhos céticos de email marketing.

3) Fale sobre entrega e visibilidade
O cenário de marketing tem mudado e as organizações estão a gastar mais tempo, esforço e recursos financeiros na construção de conteúdos educacionais para os seus clientes e prospects. Coisas como: vídeos, infográficos, e-books e histórias de sucesso de clientes. Estes conteúdos educacionais precisam de ser entregues a prospects e a forma mais efetiva e económica de o fazer é através de email marketing.


Certamente que existem outras formas de tornar os seus conteúdos acessíveis à audiência. Exemplo disso será publicar estes conteúdos no perfil da sua rede social e dar visibilidade aos seus conteúdos em motores de busca e blogs. Contudo, só o email marketing consegue entregar os seus conteúdos diretamente na caixa de entrada dos seus prospects. Este fator assegura a visibilidade que outras táticas de marketing não conseguem. Adicionalmente, o email assegura um maior tempo de vida aos seus conteúdos, uma vez que a sua mensagem irá permanecer na caixa de entrada, a menos que o utilizador adote um comportamento pró-ativo e a apague.

4) Venda a ideia de Escalabilidade
Como todo o marketer experiente sabe, construir relações online é o foco de um marketing de sucesso. Através de um software que lhe permita desenvolver campanhas de marketing automatizadas, poderá monitorizar o tráfego dos seus emails de forma a entregar comunicação personalizada, relevante e oportuna para milhares de pessoas ao mesmo tempo.


Nenhum outro canal de marketing permite fazer este tipo de marketing personalizado a uma escala como a do email. Este processo ajuda a aprofundar as relações ao longo do tempo e facilitar a decisão de compra.

5) Fale-lhes sobre mensurabilidade
A principal razão que torna o email marketing altamente relevante, mesmo no tempo presente, prende-se com o facto de ser um meio mensurável. Com o email não existe nenhuma ambiguidade em relação à performance das suas campanhas.


Tem informação precisa sobre: aberturas, cliques e outras métricas importantes à avaliação do sucesso das suas campanhas. Estas métricas de relatórios granulares estão no centro de onde o marketing digital está a dirigir. Um lugar onde todos os canais de marketing e campanhas são avaliados com base no seu desempenho.

O ponto de partida
O email marketing não está morto, está apenas a mudar. Através do uso de uma plataforma de marketing automatizada, conjugada com conteúdos altamente relevantes, oportunos e educacionais, poderá usar o email de forma efetiva para fazer crescer o seu negócio.


É ainda uma excelente forma de construir relações de forma económica, educar prospects, e gerar leads. Assim, da próxima vez que conversar com um cético de email marketing, use os pontos acima referidos em defesa deste canal!

quinta-feira, 15 de maio de 2014

5 Dicas para otimizar os títulos do seu blog

Se é certo que um blog pode ser a chave para aumentar a visibilidade da sua marca, saiba que os títulos dos seus artigos são decisivos na hora de convencer o Google a ser o seu melhor amigo. 




Por outras palavras, ter mais prospects a segui-lo também depende de escrever títulos apelativos, capazes de prender a atenção e marketingmemente bem escritos. 

Neste artigo deixamos-lhe 5 dicas para aprender a escrever bons títulos e a fazer alguns ajustes no template do seu blog para que o número de visitas o surpreenda (e muito!)

Existe um sem número de técnicas de escrita de blogs pensadas para conseguir alavancar o número de visitas vindas do Google e de outros motores de pesquisa.

Entre elas, uma das mais importantes prende-se com a otimização dos títulos. Este são vistos pelo Google como elementos muito importantes para decidir o lugar que o seu link irá ocupar nos resultados da busca. Títulos bem conseguidos podem dar-lhe um melhor posicionamento e, consequentemente, uma maior taxa de cliques.

Passemos, então, às dicas prometidas para conseguir tornar os seus títulos (ainda) melhores!


1)   Os títulos devem ser o espelho do texto

Este é o primeiro passo para escolher um bom título para o seu artigo. Ele deve ser um guia orientador para o leitor, a bússola que lhe indica para onde se está a dirigir.




Se no título se compromete a escrever um artigo sobre uma ‘Receita simples para aumentar vendas’ e publicar algo que apenas um expert em marketing conseguirá decifrar, terá como resultado um leitor enganado e, muito provavelmente, desinteressado em segui-lo. Pior ainda! O Google saberá disso! Provavelmente, o leitor que leu o seu artigo voltará ao Google e escolherá outro dos resultados apresentados na sua busca: - 1 ponto para si + 1 ponto para outro.
Uma forma de não cair nesta armadilha é escolher o título definitivo apenas no fim de escrever o artigo. Assim, irá evitar escrever um título que fuja ao tema do texto.


2)   Utilize títulos que façam o leitor gritar: ‘Quero ler isto!’

Para aumentar a probabilidade do leitor abrir o seu link quando este aparecer nos resultados do Google, crie um título que chame a atenção.
Retomando o exemplo anterior, o título ‘Receita simples para aumentar vendas’ poderia parecer ao leitor mais uma receita para aumentar vendas, sem um motivo específico que lhe despertasse o apelo de querer clicar.




Por outro lado, também não deve cair no erro sensacionalista e escrever ‘A receita para aumentar vendas mais simples de todo o universo’. Pode soar a algo pretensioso demais e ter o efeito exatamente contrário.
O segredo está em conseguir o equilíbrio entre criar um título chamativo mas sem ser irrisório.


3)   As palavras-chave que deseja otimizar devem aparecer no título

O conceito de ‘palavra-chave’ é simples: quando escreve um texto existem palavras que devem ser destacadas. No exemplo anterior, ‘receita’, ‘aumentar’ e ’vendas’ são palavras importantes, pois têm maior probabilidade de serem procuradas no Google quando alguém quiser aprender mais sobre como aumentar vendas facilmente.








Se utilizássemos o título ‘Receita simples’, por exemplo, o leitor precisaria de entrar no link para perceber que se trata de um artigo sobre aumento de vendas. Justamente por este motivo, o Google não iria atribuir um bom lugar no ranking a este artigo.

4)   Títulos muito curtos ou muito longos? Eis a questão!

Bons resultados não combinam com títulos muito curtos ou muito longos. Um título muito curto – ‘Receita para aumentar vendas’ – normalmente não atrai a atenção.
Já um título muito longo – ‘Receita simples e rápida sobre como qualquer gestor pode aumentar as vendas da sua empresa’ – nem seria exibido por completo nos resultados do Google.






Um bom título deverá ter em média 63 caracteres.
Mais uma vez, conseguir o equilíbrio será fundamental a um bom resultado.

5)   Saiba quais são as melhores palavras para utilizar no título

Há ferramentas online disponibilizadas pelo Google que permitem saber quais as palavras mais pesquisadas, referentes a determinado assunto. Sabendo-as, a probabilidade do leitor chegar ao seu artigo será maior. Esta pesquisa pode, então, ajudar a definir um bom título para o artigo, e especialmente para saber quais são as palavras mais procuradas.

GoogleAdWords Keywords Tool – Permite saber qual o volume de pesquisa de uma palavra e o valor médio pago por anúncio contendo essa palavra-chave.




- GoogleTrends – Mostra a evolução na quantidade de buscas de uma determinada palavra ao longo do tempo.




Conclusão



Pode parecer um item pequeno mas o título do seu artigo pode ser determinante para conseguir mais leitores. Assim, vale a pena investir mais tempo na pesquisa de um bom título, definindo as melhores palavras-chave a utilizar para cada novo artigo.